Acabei de Ler #01

The Green Lantern #12

A primeira temporada, como o próprio Grant Morrison resolveu chamar seu primeiro arco na mensal de Hal Jordan, chega ao fim e o universo vai junto. SPOILER! SPOILER! Se bem que nem é tão spoiler assim, afinal as solicitações entregaram tudo. Os planos do Controlador Mu são revelados, Jordan foi apenas mais uma peça neles e agora o universo será resetado. Some-se a isso o fato de Mu insistir em chamar Jordan de Parallax e é impossível não lembrar de Zero Hora. Agora teremos uma pausa na mensal The Green Lantern, uma minissérie em três partes com os Blackstars em um universo onde a Tropa dos Lanternas Verdes nunca existiu e logo, logo tudo volta ao normal. Na arte, Liam Sharpe caiu de produção e entregou seu trabalho mais fraco na série.

The Immortal Hulk #24

O que mais surpreende nessa fase do Al Ewing na mensal do Hulk é o quanto ele consegue ser bem sucedido mexendo com duas coisas potencialmente desastrosas, para qualquer mídia narrativa: o clichê e a pretensão. O horror gore tem aumentado a cada edição junto à exploração de altos conceitos metafísicos ou cósmicos. Mas não é que o sujeito está conseguindo acertar em tudo?!?! Metade dessa edição, praticamente, mostra o Hulk com partes do rosto e do tronco dependurados, com tecidos e cartilagens e vísceras e tudo mais se espalhando pelas mãos do monstro verde, pelo chão e até sendo usados como armas contra os inimigos. Tudo isso graças ao vômito corrosivo do novo Abominável. Tudo bem gráfico e apelativo. Mas funciona que é uma beleza (horrenda). O restante do gibi futuca ainda mais o vespeiro das forças que interligam a própria tessitura do continuum espaço tempo do blá-blá-blá. E isso além de ser um risco, um atentado aos princípios do Universo Marvel, de ousar reescrever cânones, também incorre no perigo de ser chato. MAS…

A ORIGEM DE GALACTUS, DO QUARTETO FANTÁSTICO, A PRÓPRIA ORIGEM DO UNIVERSO MARVEL NO MUNDO EDITORIAL E NO CRONOLÓGICO, agora serão costuradas com algo envolvendo o Hulk. E o finalzinho da edição une as duas coisas, horror gore e nível cósmico. Definitivamente, Ewing fez do Hulk um conceito lovecraftiano. O monstro verde agora tá numas de horror cósmico e as expectativas não poderiam ser melhores.

Batman #80

Uma bosta.

Ghost Rider #1

Ed Brisson e Aaron Kuder receberam um presentaço. O Motoqueiro Fantasma é daqueles personagens que já chegam prontos pra qualquer equipe criativa pegar e cotar sua história sem medo de ser feliz. É o que ele fizeram, narrando o encontro de Johnny Blaze e Danny Ketch, os motoqueiros de duas gerações. O ritmo da história é perfeito, as caracterizações competentes, a trama é boa e a arte um espetáculo. Tem humor negro, tem blasfêmias, tem ação, reviravoltas e, é claro, o que se espera de um gibi do Motoqueiro: painéis lindos com um dos melhores conceitos visuais dos gibis, as motos flamejantes e seus pilotos com caveiras em chamas. Começo promissor.

Justice League #33

Sem a arte de Howard Porter, fica difícil achar algo bom pra elogiar nesse gibi. Que coisa chata e insistente! Essa saga da “Totalidade” é uma herpes. E olha que eu gostei da Liga sendo escrita pelo Scott Snyder em Metal!

 

Acabei de Ler é apenas uma amostra rápida do que li. Os melhores lançamentos da quarta-feira, você já sabe, podem ser conferidos no Gibis da Semana.


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